Demorei para gostar de couve-flor até que a provei por mero acaso. Um certo dia, a minha mãe serviu-me couve-flor. Comi sem prestar grande atenção e senti um sabor novo muito agradável, doce até. Quando comentei fui informada de que era couve-flor assada, sem qualquer líquido ou tempero. Só a couve-flor, mais nada. Fiquei muito surpresa e feliz. Desde então gosto muito de a comer, simples, a vapor.

Hoje, para variar, assei-a depois de a marinar. Cortei fatias de aproximadamente 2 cm e temperei-as na assadeira que iria ao forno. Usei molho de soja, alho em pó e um cheirinho de cominhos em pó. Deixei a marinar por 5 ou 6h apenas porque me deu jeito prepará-la pela manhã para usar uma parte na sopa e reservar a outra para assar ao jantar. Poderia ter ficado apenas 2h a absorver os sabores. Depois foi a assar em forno pré-aquecido a 190 graus por 10 minutos.

Cozinhou ligeiramente e ficou al dente, mesmo como nós gostamos. Estava deliciosa. Desta vez não ofereci aos miúdos porque tinha muito molho de soja e não gosto de brincar com o estômago deles. Quando a faço a vapor o mais novo adora comer. O mais velho nem por isso. Os meus miúdos têm gostos muito distintos.

Servi-a com lentilhas cozidas e batata cozida (o mais velho anda fixado em batata e desta vez exigiu que fosse descascada e com sal, como o avô come. Haja paciência!) em base de alface.

A couve-flor é muito importante na alimentação vegetariana pela sua riqueza nutricional. Tem entre outras coisas cálcio, vitamina C e fósforo.

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